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Artigo de NUTRIÇÃO

Um doce mal e desnecessário

MATÉRIA: Um doce mal e desnecessário

O organismo não necessita de açúcar refinado e o seu consumo pode trazer prejuízos à saúde. No cafezinho, na sobremesa, na comida nossa de cada dia... O açúcar refinado está presente todo mês no carrinho de compras e, todo dia, na mesa da família. O que poucos sabem é que esse alimento passou a fazer parte da dieta há menos de mil anos, quando o homem conseguiu extraí-lo da natureza. “É possível relacionar a universalização do consumo do açúcar – cerca de 400 anos – com o aumento na incidência de doenças comuns atualmente, como câncer, obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares”, alerta Juliana Garcia, nutricionista da Clínica Contato.

Está comprovado que o corpo humano é dependente de gorduras, proteínas, vitaminas e sais minerais, mas de nem um miligrama sequer de açúcar. “A glicose que o cérebro precisa diariamente provem do açúcar já presente nos alimentos, fontes de carboidratos, e não é prejudicial ao organismo. O grande problema está no consumo do açúcar refinado!”, explica a nutricionista.

Para ficar mais branco e soltinho, o açúcar extraído da natureza é submetido ao refino, que utiliza inúmeros produtos químicos. Nesse processo, as fibras, os sais minerais, proteínas e demais nutrientes são eliminados, resultando em um produto químico cheio de calorias vazias. “O consumo do açúcar refinado ainda produz um estado de superacidez que desmineraliza o nosso organismo, levando à carência de cálcio, magnésio, zinco, cobre e selênio”, salienta Juliana.

Mesmo sendo tão prejudicial, é fácil tornar-se escravo do açúcar, pois sua absorção é muito rápida e, ao chegar ao cérebro, tem ação tranqüilizante por meio da liberação do triptofano, que se converte em serotonina. “Ainda assim, o consumo do açúcar é cada vez maior, aumentando nossa dependência, pois ele está presente em uma série de alimentos que comemos diariamente, como bolachas, pães, tortas, bebidas. A oferta ilimitada desses alimentos baratos e de alta concentração energética aliada ao sedentarismo crescente acaba resultando em uma população cada vez mais obesa e doente”, observa.

Mudança de hábito

Controlar o consumo de açúcar refinado na dieta diária é fundamental para manter a qualidade da alimentação. A Organização Mundial da Saúde recomenda que a ingestão dessa substância não ultrapasse 10% da energia total da dieta. “Substituir o açúcar refinado comum por açúcar mascavo ou mel na alimentação pode ser uma opção, já que apresentam mais minerais e vitaminas em sua composição. Entretanto, o consumo ainda deve ser controlado, pois também são substâncias altamente energéticas”, afirma a nutricionista.

(Fonte:www.vounessa.com.br)

A intolerância a lactose
Muito mais comum do que imaginamos

Presente na mesa da maioria da população, o leite e seus derivados sempre foram considerados alimentos saudáveis e completos para todas as idades. Porém, de acordo a nutricionista funcional Juliana Trevilini algumas pessoas podem apresentar intolerância à lactose, ou seja, serem incapazes de digerir o açúcar presente no leite e seus derivados.

"Quando bebês, nosso corpo produz a enzima lactase, para digerir a lactose presente no leite materno. Após o período de amamentação, a enzima lactase diminui e o mais comum é os adultos perderem a capacidade de metabolizar a lactose", explica. Estes indivíduos, não persistentes de lactase, ou seja, intolerantes à lactose,portanto, manifestam a sintomatologia após o consumo de lacticínios, como dor, distensão e cãibras abdominais, náuseas e vômitos, diarréia e produção de gases pela ação de bactérias intestinais sobre a lactose, sendo estas responsáveis por todo o desconforto intestinal. “Quando surgir estes sintomas é imprescindível procurar um profissional para diagnosticar e orientar corretamente sobre como proceder com a alimentação”, ressalta a Dra. Juliana.

Porém, alguns adultos mantêm essa capacidade de produzir a lactase, sendo esta uma condição dominante, chamada de persistência da enzima lactase (PL) e considerada um polimorfismo genético.

Estudo

Em estudo realizado no Congresso Brasileiro de Genética em Setembro de 2010 em relação prevalência de pessoas que apresentavam a persistência da enzima lactase (PL), observaram-se que 29,53% apresentavam dos descendentes europeus que moravam no RS apresentavam o polimorfismo genético, 18,41% em afro-brasileiros do RS e os indígenas eram o que menos apresentam essa percentagem 0,6% a 4,86%.

O polimorfismo genético surgiu na Europa e é ausente em diversas populações africanas estudadas. Dessa forma, sua freqüência maior na população de descendentes de europeus do RS está de acordo com o esperado. “Por outro lado, os achados na população afro-brasileira poderiam ser explicados pela miscigenação, assim como a observação desse polimorfismo nas populações indígenas estudadas”, enfatiza a nutricionista.

No geral, a prevalência da intolerância à lactose (“hipolactasia”) do adulto varia no mundo, sendo em torno de 5% no nordeste da Europa próximo ao Mar do Norte, com a menor de todas encontrada na Dinamarca (4%), na Grã-Bretanha (5%), e na Suécia (1% a 7%). “ A prevalência da intolerância à lactose vai aumentando na direção do centro-sul da Europa para chegar próximo aos 100% na Ásia e Oriente Médio” destaca a Dra Juliana.

MATÉRIA GAZETA DO POVO: Páscoa amarga Por que não?

Bastou entrar a Quaresma para que os supermercados criassem os cada vez mais intimidadores túneis de ovos de Páscoa. Essa indústria parece alheia à crise e não poupa o consumidor: os ovos estão cada vez maiores – e mais caros. O Brasil é um dos maiores consumidores mundiais de chocolate. E o mercado oferece muitas opções. Até mesmo quem tem restrições alimentares e deve evitar a lactose, glúten, cacau ou açúcar – presentes na maioria dos chocolates – tem alternativas. São exemplos o ovo de alfarroba (extraída da vagem de uma árvore nativa da Costa do Mediterrâneo) e os chocolates diet. Mas, quando a preocupação é o peso, a palavrinha mágica é autocontrole. Quer emagrecer? Não ataque os chocolates do sobrinho nem pense em roubar o ovo diet da avó (porque estes têm carga extra de gordura) –, consuma com moderação, cuidando da frequência e quantidade ingerida. Bebê não quer doce, não! Não é difícil perceber que as crianças estão cada vez mais preocupadas com o brinquedo que vem dentro do ovo do que com o chocolate, e essa percepção pode ser usada em favor da boa alimentação. Segundo a nutricionista Juliana Trevilini Garcia, quanto mais tarde o chocolate e doces em geral forem apresentados à criança, melhor. “Quanto menos a criança comer doces, e alimentos ricos em açúcares em geral, menor será a vontade de consumi-los e menos complicações futuras ela terá”, diz. Para Juliana, chocolates devem aparecer na vida da criança somente a partir dos dois anos. “E é preciso discipliná-la quanto à quantidade e regularidade do consumo para que ela aprenda a desenvolver um comportamento alimentar saudável”, afirma.

Importância da vitamina D para nossa saúde

As maiorias de nós têm o conhecimento da importância de tomar sol nos horários certos, para termos saúde. Bom, mas oque o sol pode nos oferecer de tão precioso?

A vitamina D!! A vitamina D tem sua síntese estimulada pela exposição cutânea à radiação ultravioleta B, o que a torna dependente de um fator externo.

As fontes de vitamina D naturais na dieta são os óleos de fígado de peixes e alimentos derivados de leite- manteiga e queijos gordurosos, mas suas quantidades ]são muito limitadas, e sem a exposição solar ou sua falta, há necessidade de recorrer à pratica de suplementação para evitar hipovitaminose.

Hoje, devido à preocupação com a incidência cada vez maior de câncer de pele, a proteção solar tornou-se prática muito utilizada nos dias atuais, não apenas pelos pacientes que já tiveram câncer de pele e querem evitar nova lesão, mas também como prevenção primária. Outro fator preponderante é o clima. Curitiba é uma cidade em que na maior parte do ano, é frio e∕ou chuva, não favorecendo, dessa maneira, com que as pessoas tomem sol.

Dessa forma, vê-se na prática clínica que a maioria das pessoas, seja jovem ou adulto, mulheres ou homens, estão com deficiência de vitamina D. E isso torna-se preocupante, pois a deficiência de vitamina D tem relação com algumas alteração.

A mais conhecida é a importância dessa vitamina para o tecido ósseo . Dessa forma, a deficiência a longo prazo de vitamina D pode sujeitar a alteração na mineralização óssea, principalmente em mulheres pós menopausadas.

Além disso, estuda-se que a deficiência de vitamina D tenha relação com desordens tireoidianas, obesidade e depressão.

Dessa forma, é muito importante procurar se preocupar em tomar, quando possível, 10 a 15 minutos de sol ao dia, nos horários entre 8 e 10 da manhã e após as 16 horas, e dosar a vitamina D, para se necessário suplementar.

MATÉRIA COMPORTAMENTO ALIMENTAR

Para a manutenção do comportamento alimentar magro e saudável é imprescindível destacarmos 3 aspectos: qualidade, quantidade e regularidade.

Quando fala-se em qualidade, é imprescindível observar a importância de privilegiar a alimentação o menos processada industrialmente. A preservação dos nutrientes contidos nos alimentos naturais são fundamentais para o correto funcionamento do organismo. Em função disso, é importante considerar o consumo de vegetais e frutas orgânicas ou da estação, e dos alimentos integrais, ou seja, que estão integralmente providos de nutrientes e não contém (ou contém o mínimo de) aditivos químicos.

Ao pensar em quantidade, é importante observar que nosso corpo precisa de energia e nutrientes durante todo do dia e não apenas uma, duas ou três x ao dia. Grandes refeições muitos espaçadas sobrecarregam o organismo, lentificam o metabolismo, além de aumentar o comportamento compulsivo, e as escolhas alimentares serem prejudicadas. Já o fracionamento alimentar em cinco a seis refeições diárias, disciplina o corpo, auxilia na melhor escolha e combinação dos alimentos, além de distribuir o prazer, ajudar a conter a compulsão alimentar, e manter o organismo funcionando harmonicamente , e o metabolismo em alta.

Por fim, a regularidade é fundamental, pois a introdução gradual e cotidiana de hábitos alimentares saudáveis auxilia a fixar o comportamento alimentar magro. E hábitos são comportamentos que se formam ao longo do tempo. Como já dizia Aristóteles: “Somos o que fazemos repetidamente”.

BENEFÍCIOS DA BANANA VERDE

A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.

A banana ainda verde é considerada um alimento funcional, pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa do nosso intestino, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas. Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.

Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. A banana verde é considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.

A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa. Veja como preparar a biomassa:

  1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;
  2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;
  3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;
  4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;
  5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;
  6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;
  7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;
  8. Processe até obter uma pasta bem espessa;
  9. Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
Autor(a): Drª. Juliana Trevilini Garcia - CRN 8 4122 - 30/08/2012

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